domingo, 4 de dezembro de 2011

Vingança

(...) E não se preocupe, já não respiro o seu mesmo ar.
   Sou a sombra que quer te pegar,
o veneno que adora lhe atacar;
  a ferida que você deixou escapar.
A atingida sem poder lutar,
uma jovem menina que todos temem enquanto quer se vingar,
         uma alma frágil que não consegue se libertar.
   Uma criança que guarda ódio e rancor,
não se permite outro valor;
      não quer achar nenhuma outra dor.
  Aquela lágrima que ainda não caiu,
presa, acorrentada; segurada.
     Uma última esperança de jornada não finalizada.  

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