Meus olhos não revelam o que deixei de mão,
revelam uma tristeza;
uma dor que é de minha natureza.
Tudo o que passei,
toda essa solidão
teve nome e sobrenome;
o meu destino é desconhecido por mim
e guardado a sete chaves por ti.
Eu não vou desistir,
eu vou resistir;
mesmo sem refúgio, sem saída;
não me entregarei.
Viverei na solidão se for preciso,
mas sempre objetivando a solução.
Eu parei num mundo sozinho,
onde as coisas não se mexem;
se metem em segredo.
Onde a vida é invisível,
tudo é tão estranho...
Tudo é escuro, sombrio; vazio.
Anos e anos, sempre no mesmo sofrimento,
com o coração esmagado,
eu larguei tudo de mão...
Um aperto no ponto fraco;
algo indesejável.
As paredes chegam mais perto a cada dia...
finalmente, uma porta se abrirá, assim desejo e imagino;
Considero essa experiência como uma forma de perdão
a todos os meus querido irmãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário