terça-feira, 11 de outubro de 2011

Erros e esperança.

Meus olhos não revelam o que deixei de mão,
       revelam uma tristeza;
uma dor que é de minha natureza.
      Tudo o que passei,
toda essa solidão
  teve nome e sobrenome;
o meu destino é desconhecido por mim
               e guardado a sete chaves por ti.
           Eu não vou desistir,
eu vou resistir;
      mesmo sem refúgio, sem saída;
não me entregarei.
              Viverei na solidão se for preciso,
mas sempre objetivando a solução.
        Eu parei num mundo sozinho,
onde as coisas não se mexem;
    se metem em segredo.
             Onde a vida é invisível,
tudo é tão estranho...
       Tudo é escuro, sombrio; vazio.
    Anos e anos, sempre no mesmo sofrimento,
com o coração esmagado,
                  eu larguei tudo de mão...
           Um aperto no ponto fraco;
algo indesejável.
      As paredes chegam mais perto a cada dia...
   finalmente, uma porta se abrirá, assim desejo e imagino;
            Considero essa experiência como uma forma de perdão
a todos os meus querido irmãos.

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