Cai junto às suas lágrimas;
Formo pedaços amassados do passado...
Sempre caio no mesmo buraco.
Demonstrava pelo violão toda a minha solidão,
minha tristeza de viver em vão.
Ouvia a dinastia implorando por alívio,
a seca pedindo chuviscos.
Você não pode me ver, mas pode ouvir-me;
Apareço em seus sonhos,
desenho seus pesadelos,
construo seu medo.
Recolho sua esperança abandonada no chão,
forneço angústia para sua mente,
abraço sua dor dependente.
E quem disse que você conhece-me?
Eu transformo-me em quem eu quiser...
Vim de muito longe para perturbar-te...
E quem disse que existo?
Viva ou morta, eu estarei aqui pronta para
machucar-te...
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