Não como, não durmo,
estou em greve.
Lutando contra a mentira, a tortura,
a doença e toda a crença.
A favor da alegria que contagia,
o sorriso brilhante, o bom humor constante.
Mas lutar não é nada fácil...
Jogo-me no chão;
desmaio, acordo;
caio. Choro, grito, enfureço-me.
Dias passam-se, semanas também...
E eu aqui, sem ninguém.
Esta prova sem gabarito é aqui sempre vivo,
questões discursivas,
políticas e dolorosas,
porém jamais milagrosas.
Seu aparecimento é surpreendente,
preciso e amoroso;
recolhe todos os meus espinhos venenosos,
planta um sentimento curioso,
irriga sempre quando o tempo está chuvoso.
Após anos, a seca domina...
você não aparece, não me ajuda.
Perdi-me em minha plantação,
rezo por uma salvação,
sinto que a chuva está perto,
porém, sempre me desespero.
De repente a chuva aparece,
mata-me dores, sacia meus desejos,
reconhece meus erros.
Mas além de tudo,
diz que mereço.
estou em greve.
Lutando contra a mentira, a tortura,
a doença e toda a crença.
A favor da alegria que contagia,
o sorriso brilhante, o bom humor constante.
Mas lutar não é nada fácil...
Jogo-me no chão;
desmaio, acordo;
caio. Choro, grito, enfureço-me.
Dias passam-se, semanas também...
E eu aqui, sem ninguém.
Esta prova sem gabarito é aqui sempre vivo,
questões discursivas,
políticas e dolorosas,
porém jamais milagrosas.
Seu aparecimento é surpreendente,
preciso e amoroso;
recolhe todos os meus espinhos venenosos,
planta um sentimento curioso,
irriga sempre quando o tempo está chuvoso.
Após anos, a seca domina...
você não aparece, não me ajuda.
Perdi-me em minha plantação,
rezo por uma salvação,
sinto que a chuva está perto,
porém, sempre me desespero.
De repente a chuva aparece,
mata-me dores, sacia meus desejos,
reconhece meus erros.
Mas além de tudo,
diz que mereço.
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