quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Beleza

Cai em uma depressão calma e cruel;
         silenciosa e fatal,
   fingida e infernal.
Estou realmente morrendo,
               não é por amor,
nem por doença;
        é apenas uma tentativa...
  Uma brincadeira sem conhecimento,
                 sem perdão e sem volta.
À noite, descalça, ando nas florestas perdidas e esquecidas pelo tempo,
        penso em tudo e em uma só pessoa...
   Sorrio ao ver a neblina,
                  choro ao ver a lua,
  sangro ao ver a morte.
            Deixei um pequeno bilhete
com meus últimos pedidos:
      Sem depressão, sem arrependimento e sem medo deixo esta vida,
arrasto-me ao paraíso, ao mundo conhecido apenas pelos finalizados aqui,
             neste mundo cruel.
                        Peço a ausência de lágrimas, de saudade e de dor à todos;
Nos veremos um dia,
        felizes e alegres;
              simplesmente aproveitando o conceito de viver.

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