Cai em uma depressão calma e cruel;
silenciosa e fatal,
fingida e infernal.
Estou realmente morrendo,
não é por amor,
nem por doença;
é apenas uma tentativa...
Uma brincadeira sem conhecimento,
sem perdão e sem volta.
À noite, descalça, ando nas florestas perdidas e esquecidas pelo tempo,
penso em tudo e em uma só pessoa...
Sorrio ao ver a neblina,
choro ao ver a lua,
sangro ao ver a morte.
Deixei um pequeno bilhete
com meus últimos pedidos:
Sem depressão, sem arrependimento e sem medo deixo esta vida,
arrasto-me ao paraíso, ao mundo conhecido apenas pelos finalizados aqui,
neste mundo cruel.
Peço a ausência de lágrimas, de saudade e de dor à todos;
Nos veremos um dia,
felizes e alegres;
simplesmente aproveitando o conceito de viver.
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