Coloco música alta,
para evitar assuntos profundos,
Mas minha mente deixa-me
em apuros.
Estou absurdamente depressiva,
estranhamente sorridente,
confusamente feliz.
O exagero levou-me aos erros do passado,
Agora, seus planos
levam-me ao medo do futuro.
Os calafrios aparecem,
a dor dos arrependimentos é visível;
Observando um vazio.
Os arrepios seguidos de lágrimas acompanham-me,
cometendo suicídio,
logo após de implorar-me por alívio.
Embora acreditava na liberdade mental,
enforquei minha coragem ao lado
de minha vantagem.
Fiz a sua parte;
e a minha, como prometido;
fui deixada,
abandonada.
O ódio criado em mim desde então,
se apoderou;
Levando-me ao erro fatal,
relacionando o desigual;
enfrentando e esculachando o real;
tudo acabou mal.
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