Resumo minha vida em duas drogas:
Tentativa de amar e perda.
Vivo plenamente concentrado nos rasgos em meu peito;
das feridas exigentes de um grito de uma criança inocente;
de um bebê abandonado em um rio guiado pela fúria da água,
das lágrimas de dor e angústia.
Pode-se ouvir seus gritos de uma distância incoerente.
Mas controla-me a agonia e tristeza de não saber de onde vem,
sem poder agir. Não sou capaz de imaginar tamanha dor que sente-se naquele momento;
Porém, chego muito perto...
Da ausência de ética
é visível achar o resumo da hipocrisia.
Talvez o julgamento acabe quando visitar-te,
ou talvez lidere a sociedade...
levando-nos para regredir cada vez mais.
A solidão é o pensamento silencioso
que leva-nos para a razão.
O atraso resulta curiosidade e surpresa,
um bem natural.
Quebro vidros,
bato em paredes;
machuco-me fisicamente;
não me importo em quebrar um braço ou uma perna;
pois vou continuar vivendo.
Mas sem alma,
perco minha inspiração, sem poesia;
sem razão. Seria apenas ossos matérias esquecidos.
Leve meu corpo,
mas liberte minha alma.
Encho-me de remédios,
drogo-me para descansar meu corpo e minha mente;
para amenizar a dor,
Mas não consigo; não há remédio que
faça-me dormir para sempre.
O engano é o erro mais estúpido
para que possamos arrepender-nos.
Lembre-se o acerto começa na tentativa;
O erro é apenas uma consequência da falta de atenção.
Gastei minha herança
num pedaço de felicidade sem vida;
longe dos humanos.
Moro no vazio junto a imaginação e inspiração
do infinito.
Pretendo não manter contato com os tolos
E nem com os que habitam minha mente e memória amaldiçoada
por terríveis lembranças torturadas com estúpidos convívios do passado.
E assim, parto para meu lar distante,
porém preciso para se quer um dia eu esteja vivo.
A sua violenta ação a favor do meu fim
recebe todo o pior tipo de atenção existente
permitindo o grande ódio permanente.
Tentativa de amar e perda.
Vivo plenamente concentrado nos rasgos em meu peito;
das feridas exigentes de um grito de uma criança inocente;
de um bebê abandonado em um rio guiado pela fúria da água,
das lágrimas de dor e angústia.
Pode-se ouvir seus gritos de uma distância incoerente.
Mas controla-me a agonia e tristeza de não saber de onde vem,
sem poder agir. Não sou capaz de imaginar tamanha dor que sente-se naquele momento;
Porém, chego muito perto...
Da ausência de ética
é visível achar o resumo da hipocrisia.
Talvez o julgamento acabe quando visitar-te,
ou talvez lidere a sociedade...
levando-nos para regredir cada vez mais.
A solidão é o pensamento silencioso
que leva-nos para a razão.
O atraso resulta curiosidade e surpresa,
um bem natural.
Quebro vidros,
bato em paredes;
machuco-me fisicamente;
não me importo em quebrar um braço ou uma perna;
pois vou continuar vivendo.
Mas sem alma,
perco minha inspiração, sem poesia;
sem razão. Seria apenas ossos matérias esquecidos.
Leve meu corpo,
mas liberte minha alma.
Encho-me de remédios,
drogo-me para descansar meu corpo e minha mente;
para amenizar a dor,
Mas não consigo; não há remédio que
faça-me dormir para sempre.
O engano é o erro mais estúpido
para que possamos arrepender-nos.
Lembre-se o acerto começa na tentativa;
O erro é apenas uma consequência da falta de atenção.
Gastei minha herança
num pedaço de felicidade sem vida;
longe dos humanos.
Moro no vazio junto a imaginação e inspiração
do infinito.
Pretendo não manter contato com os tolos
E nem com os que habitam minha mente e memória amaldiçoada
por terríveis lembranças torturadas com estúpidos convívios do passado.
E assim, parto para meu lar distante,
porém preciso para se quer um dia eu esteja vivo.
A sua violenta ação a favor do meu fim
recebe todo o pior tipo de atenção existente
permitindo o grande ódio permanente.
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