A suspeita sem conhecimento,
o erro sem concedimento.
A razão de forma egoísta,
a realidade mal assistida.
O distúrbio proposital
rearma o rascunho irracional.
A vontade insaciável distribuída para o lado errado.
A marcação pública
forma novas dúvidas.
O aumento da confusão
levou-me ao assassinato
de um jovem desesperado.
A sensação confortável
eleva o ego ao retorno do incerto.
Procurado pelo armamento,
vivendo de ressaca por dentro.
Adaptado ao assassinato,
ele vive desalmado por seus gatos.
No ato desagradável do armamento
prenderam-me por décadas,
por tentar ser feliz, na época.
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