quinta-feira, 7 de julho de 2011

Confusamente compreendido


O lado obscuro esbarra-se nas portas das esperanças;
     Amontoadas de segredos e notícias,
sem tolerância.
        Unindo todo o espaço milagrosamente conseguido;
   por inúmeros desejos cedidos.
                Afogando lágrimas de agonias
de crianças pequenas
       nada serenas.
        Matando o fígado das obscuras entidades predominantes
libertando-se do constate.
             Bebendo o veneno mórbido que carregastes em seus olhos azuis
profundos e maliciosos;
         sempre afundando um bom homem
                     com seus encantos...
         Viciando-nos na órbita súbita
arrebentada por gritos de desesperos.
              Acreditando nos gestos de desapego
     virando o jogo com a ação angelical e
                surpreendente para o mundo;
livrando-nos de tudo.

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