A decisão que estou tomando é consciente,
decidi na satisfação de meu livre-arbítrio;
Sei que é difícil tomar esta decisão e,
pior é aceitar.
E sendo assim, ninguém possui direito a culpa.
E a culpa,
livre dos fracos ;
acusando os fortes,
ignorada pelos sábios;
Não confortará mais ninguém além de mim mesmo.
Lamento por minha decisão talvez não aceita,
e realizada sem consulta,
mas para espantar esta dor insuportável
consultarei meu desejo radical de confortar minha mente no descanso eterno e,
levarei a seca de minha pele fragmentando meu direito esquecido.
Imagino a realização das verdades prometidas
mas nunca ditas;
Acredito no ato sem arrependimento,
No erro sem culpa.
Sigo meu caminho diante da última lua;
até o amanhecer guiar-me ao entardecer.
decidi na satisfação de meu livre-arbítrio;
Sei que é difícil tomar esta decisão e,
pior é aceitar.
E sendo assim, ninguém possui direito a culpa.
E a culpa,
livre dos fracos ;
acusando os fortes,
ignorada pelos sábios;
Não confortará mais ninguém além de mim mesmo.
Lamento por minha decisão talvez não aceita,
e realizada sem consulta,
mas para espantar esta dor insuportável
consultarei meu desejo radical de confortar minha mente no descanso eterno e,
levarei a seca de minha pele fragmentando meu direito esquecido.
Imagino a realização das verdades prometidas
mas nunca ditas;
Acredito no ato sem arrependimento,
No erro sem culpa.
Sigo meu caminho diante da última lua;
até o amanhecer guiar-me ao entardecer.
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