segunda-feira, 27 de junho de 2011

O ato


  Acordo no meio da noite,
        Levanto-me e ando em todas as direções;
    pensando em respostas, possibilidades;
            Procuro entender.
   Não enxergo, meu ego não permite.
       Talvez seja bobeira… 
ou talvez seja mais sério do que eu pense…
  Ainda não chegou a minha hora;
     eu não posso ir.
     Perdi minha concentração;
 era tudo o que eu tinha…
         Essa liberdade criada em mim, me faz mal.
      Muito mal…
 Você controla tudo em mim,
   meu futuro está em suas mãos;
 Cuidado! 
        Isso não é um brinquedo, é a minha vida em risco. 
     Como sabemos quando é a nossa hora? 
   Como sabemos se é destino ou azar? 
       Dúvidas não me faltam, 
           aumentam cada vez mais…
 Estou vivendo, 
   sem arrependimentos. 
     Tentando fazer valer a pena.
     E assim, aceitando a ideia que,
         um dia, tudo irá acabar. 

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