A cor do sangue é a cor que mais me impressiona,
E é a cor que mais me persgue!
Essa obsessão me abate;
Não sei por que me vem sempre à lembrança
O estômago esfaqueado de uma criança;
Na alta alucinação de minhas cismas,
A última gota tinha
a abundância de várias crias.
Chegou-me o estado máximo de mágoa;
Duas, três, quatro, cinco, seis e sete
Vezes que eu furei-me com um canivete,
Partindo-me em sete.
Sete pedaços agonizados e tristes,
amadurecendo da pior forma que existe.
Fazendo meu mundo ficar ainda mais doloroso;
Formando secas em tempos chuvosos.
Matando minha parte esperançosa,
Deixando-me furiosa.
Harmonicamente deixando-me apenas com as ilusões;
Cavando sua própria existência e,
restando-me a sós com as emoções.
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