Sou uma sombra que vem de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Larva de caos telúrico,
Procedo da escuridão do cósmico segredo,
Vindo de grandes travessos.
É de mim que decorrem, simultaneamente,
a saúde das forças subterrâneas.
E a morbidez dos seres ilusórios.
Trago a solidariedade subjetiva
das almas sofredoras e abandonadas;
Meus sinceros nojos à natureza humana,
Minha podridão servindo de inspiração;
aos que restaram da população.
Alivio-me por estar morrendo e deixando essa natureza desprezível,
lentamente deixando-me de ser humana;
levando-me onde o preconceito e o erro não dominam.
E assim, a paz, a tão pedida liberdade e o sossego,
poderão dominar-me.
Do cosmopolitismo das moneras...
Larva de caos telúrico,
Procedo da escuridão do cósmico segredo,
Vindo de grandes travessos.
É de mim que decorrem, simultaneamente,
a saúde das forças subterrâneas.
E a morbidez dos seres ilusórios.
Trago a solidariedade subjetiva
das almas sofredoras e abandonadas;
Meus sinceros nojos à natureza humana,
Minha podridão servindo de inspiração;
aos que restaram da população.
Alivio-me por estar morrendo e deixando essa natureza desprezível,
lentamente deixando-me de ser humana;
levando-me onde o preconceito e o erro não dominam.
E assim, a paz, a tão pedida liberdade e o sossego,
poderão dominar-me.
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